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segunda-feira, junho 06, 2011

Jejé e Companhia 8: pontariaz eleitoraiz de campanha!









Continuamos aqui a narração das aventuras de Jejé e dos outros nossos meninos "caturras", interrompidas no "Aventura Sinistra" em Abril. Aqui os pequenos terrores foram à feira de São Troikas (um novo santo agora em voga, de origem nórdica,que entrou na "hagiografia" portuguesa de finais de Primavera, por vias não de qualquer milagre,mas da falta dele...) dar uns tiros a brincar aos cowboys da política. Muito em breve publicaremos aqui o final de mais esta (des)aventura, em fim de Feira. Não percam.
"Alergia"


domingo, maio 15, 2011

12 de Março... 15 de Maio... datas não interessam.

(foto- M- Alegria, 12-Março-2011)




Retomando o tema dos protestos de cidadãos nesta época de crise, em Portugal, especialmente o de 12 de Março em várias cidades do País(prometi que a ele voltaria), assinalamos aqui o do passado Domingo, dia 15 de Maio, este seguindo um apelo de várias cidades da Europa e também da América Latina.
Os povos começam a ver, cada vez mais, os seus direitos de cidadania a serem truncados. Até mesmo o pequeno poder que lhes restava, o do voto, se tornou agora alvo de uma quase chantagem e até farsa, perante eleições de opereta que se sabem não decidir quem nos vai gerir (que é o famoso "memorando da Troika") mas quais os próximos figurões políticos que vão dividir as migalhas dos poderzinhos que sobram.


As manifestações deste dia 15 (que ainda se prolongaram e Madrid e outras cidades espanholas) tinham por lema "A rua é nossa", lembrando que quem "manda" no mundo, no fundo está muito mais dependente dos milhões de pessoas/cidadãos que tentam ignorar, do que o contrário. Resta aos cidadãos tomarem plena consciência disso, em vez de continuar a sentirem-se encurralados numa democracia de papelão.


Um dos aspectos mais curiosos da manif da(s) Geração/ões à Rasca do dia 12 de Março passado, e que a foto acima ilustra bem,foi ver a discreta mas firme adesão das pessoas.
A cidade do Porto, por exemplo, parecia tranquila, em mais uma tarde nublada de sábado, mas nos transportes viam-se pessoas, em silêncio e discrição, apenas de mãos nos bolsos, como quem se deslocava para algo de diferente que não trabalho ou compras.


Na praça da Batalha, como aqui vemos, os organizadores distribuiam-se pela escadaria, os OCSocial preparavam placidamente as suas máquinas e dezenas de pessoas sentavam-se pelos muretes da praça, ou "assobiavam para o ar", à espera de algo, num aproximar de início tímido. Pareciam etar ali, "como quem não quer a coisa", como quem aguarda por qualquer concerto popular de rua, em tarde de férias.


Nas ruas em volta, 31 de Janeiro, Santa Catarina, outros fingiam contemplar as promoções tardias nas montras, em pequenos grupos. Assim que começaram a ver que o protesto sempre era real e ia em frente, depressa se aproximaram e a praça não chegou para todos e foi o que depois se viu. 80 mil. E numa demonstração de respeito, solidariedade e civismo como é apanágio das gentes do Porto e arredores, por pior fama que lhes ponham a propósito de futebóis.



Pois esta gente não brinca. É simples, mas séria e comprometida, quando vê que a causa merece. Demora por vezes a reagir, mas foi dela que tantas vezes, ao longo da História, partiram as iniciativas decisivas. Pois as gentes do Porto são fiáveis e puras,sem dupla face, desafiando o "cinzentismo" que tantas vezes lhes querem colar.


Acorda, Portugal! Acorda, Mundo!



"Alergia"

domingo, abril 17, 2011

Iniciativas- ainda o protesto da(s) Geração/ões à rasca

(foto- M. Alegria, 12-3-2011)

Continuando a relembrar o Protesto da "Geração à Rasca", no Porto. Não um simples recordar, mas, como já expliquei aqui, para manter viva essa "chama" de cidadania que se despoletou entre os cidadãos anónimos, nesse dia.

Entre muitas imagens marcantes, deixo-vos esta, de um cidadão que, de uma janela na Praça da Batalha, começou a mostrar em silêncio as mensagens que escrevera em simples folhas A4.

Após os testemunhos ao microfone, começara a marcha (inicialmente marcada para a pequena praça D. João I, mas depois alterada, a conselho das autoridades, para a Praça da Liberdade, dada a inesperada afluência de multidão).

E então surge este homem, a uma janela. Todas as cabeças se viram para o alto, para tentar descodificar o que estava escrito a esferográfica. Mais um gesto espontâneo. Mais alguém que tinha algo a dizer, algo que lhe apertava o coração.

Mais tarde, deparei com o mesmo concidadão já em plena praça da Liberdade, falei com ele, mostrou de perto os seus papéis, passou-os lentamente, um a um, para que o filmasse. Infelizmente o filme não ficou bem. Resta a foto...:(

O que diziam as folhas?

Simplesmente: "Portugueses"/ "Enganados"/ "Conformados".

Algo que o revoltava.

(explicou que haveria uma versão mais vernácula e menos politicamente correcta... :)))) Optara por estas palavras... e nós também!).

PORTUGUESES/ ENGANADOS/CONFORMADOS... aquilo que temos de deixar de ser... a bem do futuro como povo e país independente.

Pensem nisso, quando estiverem a passear neste belo dia de sol. Bom resto de domingo a todos!

"Alergia"

terça-feira, abril 12, 2011

Geração/ões à Rasca: afinal "contra" quem estão? -2

Contra os políticos "rasca"... ...contra um sistema "rasca"...
... contra financeiros, empresários e "boys"..."rasca".

(fotos- M. Alegria. 12-3-2011)
Para "comemorarmos" um mês passado sobre este marcante protesto em todo o país e como o post anterior sobre o tema já disse bastante, deixo aqui apenas três fotos a ilustrar a síntese das três motivações principais para que todos estes milhares de portugueses tivessem saído à rua. (Ver a reflexão completa AQUI). Assim:

- Protestavam contra a "Partidocracia" e a falta de qualidade dos políticos (classificados como "rasca") quer em Portugal, quer transnacionalmente, políticos sem fibra, sem sentido de Estado e a maioria das vezes corrompidos e/ou oportunistas;

- Protestavam contra a especulação bancária e do "jogo" da alta finança, que domina a verdadeira economia (e que deve ser baseada no bem estar dos povos e na produção);

- Protestavam contra os clientelismos vários, nomeadamente de várias empresas e pessoas que empobrecem o país , enquanto obtêm e monopolizam todos os contratos com o Estado, ou seja, contra a oligarquia e os nepotismos que não dão oportunidade a todos os portugueses.

segunda-feira, abril 11, 2011

Jejé e Companhia 7: Ke tal, Luigi?

(cartoon- (c)Margarida Alegria,Abril 2011)


Sem grandes comentários... algures no país, no "lamentável" dia 6 de Abril de 2011.

domingo, abril 10, 2011

Geração/ões à rasca: afinal "contra" quem estão?-1


(fotos-M.Alegria, 12-3-2011, Porto)

Umas horas depois do protesto "Geração à Rasca", muitos comentadores, baseados em imagens filtradas pelas TVs, criticavam aquele movimento, por se ter revelado um protesto meramente anti-governo e...ufff.. (o nome da personagem ainda soa em verberação do tão gritado e alucinado congresso deste fim-de semana)... anti-Sócrates. Permitam-me discordar completamente. E passo a explicar.

Por um lado e essencialmente, quem esteve mesmo em qualquer das manifestações pelo país não terá notado essa insistência no Primeiro Ministro, embora até totalmente justificável. Os manifestantes demonstravam uma angústia para além de tudo isso e a maioria dos cartazes (de que os destas fotos serão das raras excepções) versavam os problemas que afectam os jovens de hoje e os portugueses em geral, que afligem os portugueses que nunca têm voz e também boa parte dos europeus e cidadãos do mundo abalados pela globalização, Eram cartazes sobre a precariedade e os falsos recibos verdes, os bolseiros e os estágios não remunerados, o capitalismo e a corrupção, os políticos sem qualidade e tachistas,a exploração do trabalho, o desemprego, a miséria, os pais que ainda têm de sustentar os filhos sem emprego, pais e filhos que não conseguem ter futuro e emigram... Era esse o desepero e a urgência em falar que brilhava nos olhos, a vontade de finalmente sair à rua em união e sem rotinas de partidos ou sindicatos.

Por outro lado,é evidente que é mais que natural que as pessoas destilem alguma da sua amargura para com a figura que tão omnipresente e sufocante se tornou no país,nos últimos seis anos, mas também em governo anterior como ministro, já aí visivelmente obstinado. Se o cavalheiro tão presente se quis para o País, como salvador, líder-mor do "patriotismo" e da "determinação", modelo de elegância e de atletismo, etc. , não pode agora queixar-se muito que se vire o feitiço contra o feiticeiro e se veja a descer com rapidez a ladeira da fama que tão depressa subiu, ainda para mais com tantas manchas indeléveis no seu passado.

Alguns disseram que era inútil esse alvo da manifestação, tendo em conta que o que( e quem) se prepara para alternativa não é melhor ; e que a crise é Europeia, não tem vilões específicos e por aí fora.

Claro que José Sócrates e Pedro P. Coelho são o que se chama "farinha do mesmo saco"( para já um ainda imaculado quanto à questão do mundo da corrupção e influências), porque provenientes da mesma fábrica de "cromos" políticos que nos andaram a impingir durante as décadas da democracia, para a nossa "caderneta" de "Portugal desenvolvido".

José Sócrates será apenas o mais recente e presente da colecção, o que nos últimos anos nos tem dado cabo da paciência, pois insiste em colar-se-nos aos dedos e aos bolsos.

PPC será a nova edição, revista e de impressão retocada. A mesma colecção ambos, apenas diferentes tipografias.

Foi contra esta tradição politiqueira aliada à especulação financeira e ao clientelismo económico,-- três factores que têm sugado cada vez mais depressa o país e que o tem deixado sem rumo, sem futuro-- que as pessoas sairam à rua nesse sábado: os cidadãos comuns fartos de serem roubados e sacrificados sem piedade, em contínuos anos de crise da qual não lhes apontam o fim.

Foi essa revolta e verdadeiro patriotismo (com o sentido de amor ao País) que vi dominar toda o protesto, todos os depoimentos das mais diversas pessoas, todos que desfilaram de forma ordeira e esperançosa, com um misto de ar grave e de felicidade nos olhos, por verem que afinal o país não está a dormir, que há motivações comuns nos que ali estavam, o sem abrigo ao lado da avó elegante, o humilde pensionista ao lado do estudante, o "gótico" ao lado do professor universitário, a criança aos ombros do adulto--não são floreados românticos, vi essa convivência no protesto.

Foi contra um certo estado de coisas e forma de gerir o país que se manifestavam. Os tais comentadores de bancada não entenderam. Alguns políticos pareciam ter entendido um pouco, mas depressa e de novo tudo esqueceram, entrando o país político de novo no circo da partidarite e da jogatina das listas de eleições, dos congressos de fachada, dos discursos inchados de ar bafiento, das idolatrias dos líderes deslumbrados, do desperdício de verbas públicas em foguetórios, mais influências e clientelas, mais promessas de tachos para uns e novo apertar de cinto para os mesmos, em suma, novo espremer do país até à última gota de dinheiro, de independência... de paciência.

E tudo isso é muito degradante. Por isso, não deixaremos esquecer estes protestos, teimando em que possam dar frutos, quanto mais não seja para que o país não continue a entregar o seu Futuro a pessoas sem escrúpulos e a sistemas falidos e estúpidos. Para que o povo não se abstenha do seu querer, não abdique do seu poder, que é maior do que pensa. Vimos isso escrito, por momentos,nas caras de espanto dos observadores e comentadores, no passado dia 12 de Março de 2011. Depois, disfarçaram e especularam...

"Alergia"

sábado, abril 09, 2011

Geração/ões à Rasca- Porto - uma amostra de cartazes artesanais

eram de todas as gerações...
...trouxeram versos, angústias mas também sorrisos..prepararam em casa os protestos e mostraram-no com orgulho às câmaras...

... e todos queriam dizer alguma coisa, ditando ideias para mais cartazes improvisados.

Mais um post a recordar o Protesto "Geração à Rasca" (Porto, neste caso), que fez agora quatro semanas, quase um mês inteiro. Hoje sem muitas palavras. Os rostos e gestos falam por si. Para não esquecer o momento, mas não deixar cair a Esperança que então brilhou. No dizer de alguém na multidão, "Deviam fazer isto mais vezes! Todas as semana, ou todos os meses! Até que esses políticos ouçam a gente!".

(Parece que afinal não ouviram muito bem... continua tudo ao mesmo estilo "politiquês" de rebanho e manobras de manual...:-/ )

(continuaremos pois... e este tema também continuará por aqui).

(fotos- M. Alegria 12-3-2011).

quarta-feira, abril 06, 2011

PM em demonstração prática das prioridades para o país!José Sócrates apanhado em Directo preocupado com a sua imagem


Só um comentário, em estilo de pergunta de resposta múltipla.

Complete a frase do orador com a hipótese mais adequada.

..."Como é que eu fico melhor a olhar para os... hã...":

a) simpáticos operadores de câmara;

b) portugueses;

c) ignorantes que me elegeram;

d) os pobres totós que estão a pagar os buracos da desgovernação;

e) outros ,,,, (quais? complete a gosto)

domingo, abril 03, 2011

Geração/ões à rasca, no Porto. Foram 80 mil, há três semanas

para chegar à (Praça da) Liberdade...
... foi preciso estar na (Praça da )Batalha!

(fotos de Margarida Alegria,12-3-2011)

Fez ontem três semanas.

(publico o post hoje , pois ontem a Net não se comportou à altura).

Foram 8o mil pessoas? "Apenas" 50 mil? Não se sabe ao certo. Mas foram muitos milhares, estando as ruas e praças com mais gente do que muitas noites de festejos do S. João.

"Faz lembrar o 25 de Abril!", diziam os mais velhos. "Parece os primeiros festejos do 1º de Maio!", acrescentavam outros.

Vieram da cidade e arredores, várias gerações, famílias inteiras do avô ao neto. O que os trouxe? Uma curiosidade apenas sobre no que "dava " aquele apelo via Facebook dos miúdos da "Geração à rasca"? Passear no centro ,a um sábado de quase chuva?

Eram milhares e de várias gerações. Todas à rasca. Não venham dizer que foi apenas coisa de miúdos mal habituados a dificuldades. Pois há demasiado tempo que se diz que Portugal está em crise, há demasiadas décadas que gerações passam as ditas dificuldades, mas curiosamente são quase sempre os mesmos. Não foi só contra um dado governo, ou um dado mentiroso. Foi uma revolta das entranhas que fez quem não tem voz poder dizer um pouco mais do que o tradicional voto (ou que a já crescente abstenção), contra um sistema que está a falir a passos largos e contra políticos cada vez mais autistas.

Foram milhares, como um rio silencioso, mas de olhos de esperança. Massa compacta mas magnificamente civilizada. Cartazes elaborados, mas muitos mais improvisados. O que os trouxe aqui? Muito há a reflectir, pois é um erro considerá-lo um fenómeno de um dia só, um sábado "desocupado". Isso só os desocupados de raciocínio como alguns comentadores de outra "Praça", a praça dos instalados, podem concluir, apressadamente como sempre.

Aqui fica apenas um aperitivo. Noutros posts reflectirei sobre vários aspectos, de um movimento cívico ímpar que não deve parar por aqui.

(Este post vai com dedicatória especial, neste Domingo suave de Primavera.;) Um abraço e bom Domingo! Até breve).

"E, no entanto, move-se." (Galileu Galilei)

(e, portanto,continua...)

"Alergia"


quinta-feira, março 31, 2011

JEJÉ e COMPANHIA 6: "Leiting" de LIXO? A kulpa é tua!

cartoon (c)Margarida Alegria, Março 2011

Este cartoon dispensa grandes explicações. Para quem está esquecido, na voragem das más notícias: ontem e hoje, as especulativas agências de "rating" classificaram Portugal e os seus principais bancos no nível BBB- , quase ao nível "Lixo" (junk). Ah... e quem inventa esses níveis folclóricos (se fosse um professor, seria ridicularizado!)? São elas, as próprias agências. E quem manda nelas? Ah, parece que são os grandes bancos mundiais que provocaram esta e outras crises, internacionalmente. E o que dizem é rigoroso? (não, são só... opiniões... vejam /revejam o documentário "Inside Job"). E por cá, como estamos? No jogo do empurra como sempre. E "o povo, pá?". Esse, também como sempre, é o que está já a pagar e vai continuar a pagar a factura.

segunda-feira, março 28, 2011

Jéjé e Companhia 5:bincá' àz eskolas- a T'iszteza da Belinha


Cartoon (c) Margarida Alegria, Março/2011


Este dispensava muitas explicações.Mas para os queridos meninos que nem sempre fazem ginástica do cérebro e ainda não sabiam que o dia tem 24 horas, abrimos uma excepção.


Era uma vez, num país não muito distante, uns meninos que gostavam de mandar e brincar aos governos.


Depois de uma zanga entre meninos de bairros diferentes, uma menina que costumava ser muito sorridente ficou muito triste porque lhe interromperam um jogo que ela achava muito lindo que ia a meio e que dizia que era muito simples. Mas toda a gente sabia que era complicado, estava incompleto e que ela dava a outros tesouras e canetas para terminar de desenhar o puzzle que era um verdadeiro quebra-cabeças (bem, na verdade, mandava outros fazer o puzzle por ela). Vieram muitos meninos consolar a menina e um deles muito "jangado" . Ainda mais que os outros, que nem eram todos daquele bairro.E acabou-se a história. Pelo menos esta de muitas aventuras de arrepiar.FIM

quarta-feira, março 23, 2011

Jejé e Companhia 4: IR AO POTE

cartoon (c) Margarida Alegria/Março de 2011
Em desespero de causa, toda a artilharia pesada foi convocada a apelar a um tal de "Patriotismo" que seria a aprovação de mais este PEC, desde os "embaixadores" veteranos bem instalados nas mordomias à custa do Estado, passando pela desajeitada "Guarda Pretoriana" que tanto gosta de "malhar" em tantos "sujeitos e sujeitas" que ousam enfrentar o salvador da Pátria!
Um exemplo, foi o do ministro da Defesa, Augusto SS, mais conhecido apenas por "SS". Aos microfones da TSF, perante o "Não" peremptório do líder do principal partido da oposição, vociferou estas frases: "Isto não é para rapazinhos que amuem!(...) Seria muito triste que este esforço fosse desbaratado porque, por sofreguidão de poder, por pressa em ir ao pote, alguém decidisse precipitar uma crise política."
Aqui vai a explicação visual do tipo de pote a que se referem todos!
"Alergia"

Jejé e Companhia 1: b'incar auz guve'nuz

cartoon (c)Margarida Alegria,Março de 2011
No estertor dos actuais desgovernantes, eis quatro cartoons inspirados em todo o teatro de crise dos últimos dias (e últimos anos). Na economia em geral e na Educação em particular, a palavra de ordem foi cortar, cortar, cortar às cegas. O " Uma Aventura Sinistra" deixa aqui uma explicação plausível para tal cegueira desatinada. Eis o primeiro. Apresentamos os protagonistas desta "bincadei'a".
"Alergia"

segunda-feira, dezembro 27, 2010

Portugueses podem "explodir", segundo os sociólogos

Segundo os sociólogos António Barreto e Boaventura Sousa Santos, o povo português, tradicionalmente conformista e pouco interventivo, ainda não se apercebeu totalmente das consequências pessoais da crise, mas, quando esta em breve começar a pesar mais no bolso, poderá então ..."explodir".
Resta perguntar: só agora alguns sociólogos descobriram isso?! Ou também serão tradicionalmente conformistas, como bons portugueses? :-((
Leiam o artigo do "Público" AQUI.
"SOCIÓLOGOS DIZEM QUE OS PORTUGUESES RECEBERAM A CRISE COM SURPRESA MAS PODEM PASSAR À «EXPLOSÃO»"