Este cartoon dispensa grandes explicações. Para quem está esquecido, na voragem das más notícias: ontem e hoje, as especulativas agências de "rating" classificaram Portugal e os seus principais bancos no nível BBB- , quase ao nível "Lixo" (junk). Ah... e quem inventa esses níveis folclóricos (se fosse um professor, seria ridicularizado!)? São elas, as próprias agências. E quem manda nelas? Ah, parece que são os grandes bancos mundiais que provocaram esta e outras crises, internacionalmente. E o que dizem é rigoroso? (não, são só... opiniões... vejam /revejam o documentário "Inside Job"). E por cá, como estamos? No jogo do empurra como sempre. E "o povo, pá?". Esse, também como sempre, é o que está já a pagar e vai continuar a pagar a factura.
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quinta-feira, março 31, 2011
sexta-feira, dezembro 24, 2010
quarta-feira, dezembro 08, 2010
Crianças e adolescentes portugueses | Casos de violência aumentam ... e as razões??? Parabéns Sócrates!!!
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Imagem daqui: Violência em casa, reflexo na escola |
"O coordenador da unidade de pedopsiquiatria do Hospital Garcia de Orta (HGO), em Almada, onde são acompanhados mil doentes por ano, considera que “hoje as crianças têm mais comportamentos agressivos e reflectem o ambiente de crise vivido pelas famílias”.
Em entrevista à agência Lusa, Pedro Pires afirmou que a unidade, criada em 2003, tem recebido mais doentes nos últimos anos e assistido a algumas alterações dos casos que ali chegam.
Hoje, explicou, “esbateu-se um pouco o pico que havia nos seis, sete anos - a coincidir com a entrada na escola primária - e temos muito mais casos na adolescência e na pré-adolescência, pelos dez, 11 anos - a coincidir com a entrada no 5.º ano”.
Para além disso, acrescentou, “existia há uns anos um equilíbrio entre dois tipos de sintomas: internalização - ou depressão - e os sintomas mais agidos - ou violentos. Hoje os últimos aumentaram substancialmente, as crianças têm mais comportamentos agressivos”.
O médico diz que este aumento pode dever-se sobretudo a dois factores: a questão laboral dos pais e a questão da figura masculina.
No primeiro caso, disse, “assistimos a situações em que as crianças ficam desprotegidas porque os pais trabalham muitas vezes longe, com horários alargados, e elas passam muito pouco tempo com eles; passam muito tempo em várias estruturas: na escola, no ATL, em amas”.
Ou, acrescentou, “há desemprego na família, um factor de desequilíbrio no núcleo familiar e por isso um factor de risco muito importante na psicopatologia das crianças”. (...)"
Leia o texto completo no Público online: Casos de agressividade entre pré-adolescentes aumentam, alerta especialista
quarta-feira, outubro 27, 2010
Que exemplos damos às nossas crianças?
É claro que ao rever este vídeo e perante a conjuntura actual me interrogo sobre o tipo de influência que estas políticas e os políticos mais poderosos terão nas novas gerações.
Obrigada, Teresa, pelo alerta!
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