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terça-feira, junho 14, 2011

Hipocrisias ... Confesso que detesto esse homem! Refiro-me a Emídio Rangel

Passo a transcrever o texto em que pede desculpa aos professores. Quanto a mim é pouco, deveria ser obrigado a efectuar trabalho cívico por exemplo, dar umas aulecas de substituição. Mas, a bem da melhor verdade, estou-me nas tintas para ele e outros parecidos.

" (...)
“EXPLICAÇÃO AOS PROFESSORES

No dia 8 de Março de 2008 publiquei na coluna de opinião deste jornal, um texto que abordou a manifestação nacional dos professores, ocorrida no mesmo dia.

Dois dos professores integrantes da manifestação, Isaura Maria Cardoso dos Reis Madeira e Nelson Alexandre pereira Delgado, sentiram-se ofendidos com o teor do texto e demandaram-me judicialmente.

As partes puseram termo ao diferendo com as explicações que são aqui prestadas, declarando que não tive qualquer intenção de ofender aqueles integrantes da manifestação, ou quaisquer outros, justificando a forma como me exprimi, quer com o estilo acutilante que costumo usar na minha escrita, quer com a opinião que sempre professei, sobre a necessidade de avaliação dos professores e a forma de reacção à mesma.

Uma vez que os professores se sentiram ofendidos, apresentei-lhes as correspondentes desculpas.

Ass.) Emídio Arnaldo Freitas Rangel”
O SPRC considera importante este desfecho pois, não o fazendo, a nosso ver, na totalidade, obrigou à reparação da honra dos docentes queixosos e, através deles, dos milhares de docentes portugueses que se têm manifestado contra políticas que atacam violentamente  Educação e os seus profissionais.

O SPRC sempre assim agirá, apoiando em qualquer situação todos os ataques que sejam desferidos contra a honra de cada professor em particular e a dignidade da profissão.

O SPRC sabe que atitudes como estas não atemorizaram os docentes portugueses no passado, não os fizeram baixar os braços e não farão, jamais, com que os professores e educadores deixem de lutar pelos seus direitos como profissionais, pela Educação e pela Escola Pública. Os tempos que se aproximam, porque não se afastam desses tão negros que marcaram o passado, continuarão a ser tempos de luta em que os professores darão, mais uma vez, um importante e forte contributo. (...) " (SPRC)

quarta-feira, junho 08, 2011

Passo a transcrever: "Dear FMI" | "Letter from Eng.º Zé"

Dear FMI

"Dear FMI I am a very humild man and I have been the best First Minister Portugal ever had. I am very good. CDS is bad. PSD is very bad. Cavaco seems fine, but he doesn’t speak much. I am an engineer. Well, I missed a lot of classes, but I was a friend of the director of the university, so he gave a certificate anyway, and my dad never found out xD (so don’t tell him, please, he would kill me!!).
This country was very good until PSD chumbated my PEC (I had spent an entire evening doing it!!).
So, just after that we ran out of money because yes. I don’t like Pedro Steps Rabbit. He is always saying it’s his turn to be PM. I even rejected his friend request on facebook! Well, in fact that’s a shame because he’s kinda cute lol. So I need you to lend me some money. I “juro” (I don’t know how to say in English, go see in google translator, please) that someone will pay you back. Teixeira says we need 75 thousand million euros, but maybe you could lend me 90, so that I could construct that train that is very fast. I always wanted to have one when I was a kid, but my daddy never gave me. I have great plans for it: it will have a lot of falls and even a looping! Just like a giant roller coaster! It will be legen…wait for it…dary! (I heard this in How I Met You Mother lololol). I also wanted to build another airport, but it’s ok if I could only have the train. In fact I think airplanes are a bit boring. Maybe Manuela Ferreira Milk like them, she is always talking about IVA, public-private parcerys and other boring stuff like that :P Go check her facebook, she has a foto in swimsuit. It’s very funny! People love me here in Portugal. One day, when I was saving this country from the crisis, from the desempregation, from the aliens and from Manuela Moura Guedes, a lot of people went to Liberty Avenue screaming my name. It was a fan club called Generation “à rasca” (I have no idea how to translate this. It means that feeling you have when you want A LOT to go to the bathroom). They were all supporting me. I think it’s because I’m very pretty. My mummy always says that. I will send you a picture of me, so that you can see it too. It’s from my left side, as Luís says I’m prettier on that side. Can you send me a photo of you too? :) Well, I think that’s all. I’ll do some jogging now to keep fit (you never know when you will have to ran from the cops, right?! xD). If you decide to help me, I hope you like Portugal. We have a lot of sun and very good bitches for you to swim. Thank you very much. A xi-heart. Zé

PS: I tried to add you as friend on Facebook, but I think you didn’t see my request. Can you accept it? Please?

PS2: If you see Angela tell her that I’m not having much time to answer her mails, and that I didn’t understand what she meant with “Hurry up or Finland is going to fuck you up, you moron”.

PS3: that’s a video game console. AHAHAH gotcha!!!1!

PS4: Sorry for my bad english."

Versão em JPEG:
"Dear FMI" | "Letter from Eng.º Zé" - Recebida por e-mail

domingo, maio 15, 2011

APELO | "O ES.Co.LA da Fontinha PRECISA DE UM ESPAÇO! "

desenhado por José Smith Vargas, publicado aqui.

O ES.Co.LA da Fontinha PRECISA DE UM ESPAÇO!
Apelamos à participação de tod@s para uma campanha de envio de e-mails à CMP no sentido de haver a restituição de uma escola aos cidadãos.
Se te revês nesta campanha reenvia este e-mail, fazendo copy-paste do texto abaixo, para os emails: gabinete.municipe@cm-porto.pt geral@domussocial.pt  (ou outro email da Câmara que achem oportuno)

Exm. Sr.
O Movimento Es.Col.A do Alto da Fontinha Espaço Colectivo Autogestionado, que decidiu restituir alguma decência a uma Escola abandonada. Restituí-la aos cidadãos, para acções de formação gratuita. 
A acção da Câmara cujo uma das funções é servir os cidadãos, não poderá passar pela detenção dos voluntários deste Movimento e apropriação e abandono do espaço.
Assim pedíamos para que essa situação fosse repensada e que se devolve-se a Es.Col.A aos cidadãos e movimentos voluntários, para a puderem recuperar e usufruir promovendo a formação gratuita e voluntária.
Esta situação condicionará o normal e regular desenvolvimento das actividades que o Es.Col.A do Alto da Fontinha Espaço Colectivo Autogestionado esta e pretende oferecer  à comunidade, bem como a possibilidade de desenvolvimento criativo de novos projectos.
No que se refere às actividades regulares do  Es.Col.A – como por exemplo, Núcleo de Teatro e de actividades criativas dirigidas às crianças do bairro, Agricultura  biológica e Permacultura e ainda uma biblioteca e uma Loja comunitária.
Desta forma retiram-nos um sonho, um direito de cidadania, ficamos sem condições, ferramentas, conforto, espaço para desenvolvermos as nossas actividades. Não ter um sítio fixo onde nos possamos organizar a todos os níveis. 
A Es.Col.A esta disposto a fazer melhorias neste espaço devoluto, enquanto movimento de cidadãos voluntários, sem quaisquer custos para a autarquia. 
A nossa procura por um espaço se este nos for retirado vai continuar o nosso projecto em prol de uma sociedade mais sustentável e justa já vai longa, cada mês que passa fica mais difícil coordenar as nossas campanhas e os nossos voluntários sem condições físicas, por isso é urgente a nossa necessidade de obter uma resposta definitiva.
Temos direito a um espaço que é de todos, público e plural. Queremos ocupar esses espaços e dar-lhes vida, acção, crítica e reflexão!
Com os melhores cumprimentos,
Cidadão Portuense


Movimento Es.Col.A do Alto da Fontinha Espaço Colectivo Autogestionado

http://escoladafontinha.blogspot.com/
es.col.a.da.fontinha@gmail.com


http://porto24.pt/porto/10052011/os-ocupas-da-escola-da-fontinha-estao-a-ser-despejados-pela-policia/

sexta-feira, maio 06, 2011

Divulgação | "Informar e lutar contra a continuação do saque!"

        Colega,

    Pela importância do seu teor e a gravidade do que a suscita, enviamos em anexo a nota à comunicação social emitida pela Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública (FCSAP). Importa fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para acompanharmos o que está a suceder, para nos mantermos informados para além de uma cortina de profissionalíssima desinformação com que nos deparamos a cada passo. O poder e os seus comentadores insistem em impor a alegada inevitabilidade do que foi decidido sob os ditames da troika, aliás aprofundando ataques a quem trabalha – e estes, conhecem-nos bem, os professores.

    Mas mesmo importante, colega, é reagirmos, intervirmos, mostrarmos que estamos bem vivos e de inteligência aguçada… E promover saudáveis discussões com outros/as, eventualmente convencidos pelas prédicas da resignação… É que o que vem por aí pode ser de inexcedível gravidade, autêntico terrorismo sobre as nossas vidas, o funcionamento das escolas, os projectos profissionais que, legitimamente, temos; sobre o país, em perigosa regressão e sobre as gerações mais jovens e as que virão…
 
    Pedimos a tua atenção para a nota da FCSAP, um bom ponto de partida para começar a sistematizar alguns dos ataques aos quais importa reagir. E aproveitamos para te deixar já duas outras informações:
1.    O SPRC vai promover, com início na próxima semana, PLENÁRIOS DE PROFESSORES E EDUCADORES. Os primeiros serão os de Coimbra (Aud. Fac. Economia) e da Figueira (Aud. Museu Municipal), na quinta-feira, dia 12, pelas 17H30. A informação sobre estes e outros plenários e reuniões está a ser expedida para as escolas.
2.    O momento presente tem de ser de luta e não de medos ou de silêncios. Deixar de intervir, agora, seria imperdoável… Acabrunharmo-nos seria um erro de que, já em breve, nos arrependeríamos profundamente. Dia 19 de Maio, os professores da área do SPRC manifestam-se no Porto, juntamente com os restantes trabalhadores. É de enorme importância a tua participação. Inscreve-te e mobiliza outros para participarem!
    Vamos à luta porque é na luta que temos de afirmar bem alto que existem alternativas e que exigimos outro rumo. Chega de “pancada” em cima dos mesmos!
    Saudações sindicais,
A Direcção Distrital de Coimbra 




quinta-feira, maio 05, 2011

Entrevista a Jouni Välijärvi, investigador em Educação na Finlândia

Entrevista -  Jouni Välijärvi, investigador em Educação na Finlândia
Os finlandeses querem que os filhos sejam professores

O finlandês Jouni Välijärvi diz que é mais eficaz chumbar um aluno na primária do que depois, porque é quando estão a ser dadas as bases


Por Catarina Gomes (Jornal Público)

Informação | Económico: "Conheça as 34 medidas da ‘troika’ que vão mudar a sua vida"


CONSULTE AQUI O PROGRAMA DA 'TROIKA' PARA PORTUGAL (conteúdo em inglês)



Fonte: Económico

quarta-feira, maio 04, 2011

"Esta é nova !!! SÓCRATES - Eng Civil pela Univ de Coimbra e Mestre pela de Lisboa."

Não contente com a sua licenciatura a um domingo e com exame de inglês por fax, inventou agora,para os norte-americanos, que se licenciou em Coimbra e conseguiu um mestrado em Lisboa.

Informação fornecida pelo gabinete do PM...
Assunto: Eng Civil pela Universidade de Coimbra? e Mestre pela de Lisboa!!!
                             


Divulgação / Opinião | "Sem comentários ..."

• No dia 25 de Março de 2011, o deputado socialista Osvaldo Sarmento e Castro, presidente da Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, votou contra a revogação do modelo de avaliação de desempenho de professores.

• Dias depois, o mesmo Osvaldo Sarmento e Castro escrevia no jornal digital “Setúbal na Rede”, a respeito da decisão do parlamento, o seguinte: “Algo recheado de violações à Constituição, designadamente por invasão das competências reservadas do Executivo, entre outras, e que, seguramente, não resistirá ao mais que provável escrutínio do PR ou do Tribunal Constitucional.”

• A 29 de Abril de 2011, o Tribunal Constitucional (TC) declarou inconstitucionais os quatro artigos do diploma aprovado na Assembleia da República.

• Tomou parte na deliberação, votando no mesmo sentido da maioria dos membros do TC, a juíza conselheira Catarina Sarmento e Castro, filha do deputado socialista.

• Antes da sua eleição para o TC em Janeiro de 2010, a referida juíza ocupara, entre outros, os cargos de assessora do Ministro da Administração Interna (Primeiro-ministro: António Guterres) e de assessora da Secretária de Estado para a Modernização Administrativa (Primeiro-ministro: José Sócrates).
Ana Paula Silva Correia
Isilda Maria Martins Lopes
José Rodrigues Ribeiro

segunda-feira, abril 25, 2011

Será isto inocente?

25 de Abril nem sempre é ensinado nas aulas de História

O 25 de Abril é um acontecimento chave na história de Portugal mas nas escolas nem sempre há tempo para falar sobre a Revolução dos Cravos na sala de aula. A conclusão é de uma análise feita aos manuais escolares do 9º ano.



Clara Serrano, investigadora do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade Coimbra, disse ao SAPO que nem sempre há tempo para leccionar a parte final do Estado Novo e a Revolução dos Cravos de 1974.
“O estudo da fase final do Estado Novo, da Primavera Marcelista e até mesmo depois do 25 de Abril muitas vezes não é cumprido pelos professores”, refere a investigadora que também é professora de história.
O principal problema é que os programas do 9º ano de escolaridade são “muito vastos” e os professores nem sempre têm tempo para chegar a esta parte na matéria. Clara Serrano acredita, contudo, que “não existe nenhum professor de história que não fale do 25 de Abril nas suas aulas”.
Estado Novo: fascista ou autoritário?
Outra conclusão retirada do estudo "O Estado Novo. (Re)visitando os Manuais de História Portugueses" é a imagem do regime como sendo “autoritário” e não “fascista”. “O Estado Novo surge na sequência dos regimes autoritários, do fascismo italiano, do nazismo e do franquismo”, nota a investigadora.
“Os manuais reflectem um pouco a opinião da historiografia portuguesa em relação ao Estado Novo”. “A ideia de que o Estado Novo não é um regime fascista, uma ideia defendida nos anos 70”, explica Clara Serrano.
Esta ideia “não é consensual”. “Para os professores torna-se muito difícil explicar aos alunos que o Estado Novo não é um regime fascista porque ele surge na sequência destes regimes e tem muitas semelhanças com eles”, conclui a professora.
Reformulação dos programas
Uma das soluções para estas questões seria uma “reformulação dos programas de História”.
“Os programas têm de ser repensados forçosamente para que se tornem menos extensos, para que possam ser cumpridos e para que os alunos possam realmente abordar questões essenciais como o 25 de Abril”, conclui a investigadora. 
+ "Manuais não contam a história de África", diz investigadora

Fonte: Notícias Sapo

terça-feira, abril 19, 2011

Info | Oportunidades & Leilões | Sócrates

Print screen daqui: http://www.leiloes.net/Vende-se-Primeiro-Ministro-de-Portugal-,name,171362290,auction_id,auction_details
"Condição: Usado
Motivo: Liquidação do país (alternativa a empréstimo do FMI)
Descrição:
Boa aparência, com guarda-fatos e teleponto incluído. Excelente marketeer, até garantir a venda de gelo no Pólo Norte ou areia na praia. Desenrascado, persistente e com boa imagem do lado esquerdo e lado direito. Licenciado com distinção num Domingo e boa capacidade para idiomas como o Castelhano e Inglês (apenas compreensão e leitura).
Boa rede de contactos com políticos de vários países e extraordinária rede de contactos de amigos em Portugal. Muitos amigos. Aliás, amigos assim não se encontram em muitos países.
Atenção:
Por favor, não licite se não estiver mesmo interessado. Se for o vencedor do leilão, tem 5 dias para entrar em contacto e efectuar o pagamento. Se passados esses 5 dias não for efectuado o pagamento, será dado feedback negativo e reportado à equipa do Leiloes.net ."

quinta-feira, abril 14, 2011

Mais novidades! | [CasaViva] rádio casabiba...a Es.Col.A do Alto da Fontinha

Apareçam!

sábado, 16 abril a partir das 17h00

Carta de apresentação do projecto ES.COL.A
libertar espaços, criar alternativas
Car@s vizinh@s,

Seguindo o exemplo das crianças, que ainda há pouco tempo saltavam estes muros para jogar à bola, juntamo-nos para tentar devolver este espaço público aos seus reais proprietários, a comunidade.

Queremos que esta acção inspire projectos semelhantes, noutros lugares abandonados, para assim conseguirmos acabar com a degradação e o estado de abandono da nossa cidade.

Somos um grupo de pessoas que sente falta de um espaço autónomo, livre e não-comercial, onde desenvolver actividades que não sejam focadas no lucro ou viabilidade económica. Perante a inactividade e desrespeito pelo património que a câmara municipal, as autoridades competentes e os proprietários mostram, decidimos agir pelas nossas próprias mãos.

Queremos criar um centro autónomo, aberto para diferentes iniciativas, que não sejam discriminatórias. Só o podemos fazer com a tua participação e a de toda a vizinhança. Queremos que este espaço seja livre de hierarquias e que as decisões sejam tomadas por tod@s que participam.

As actividades que se realizam hoje são um exemplo das actividades que podem vir a acontecer neste local.

Acreditamos que, para uma cidade melhor, os espaços não devem ser emparedados mas abertos para as pessoas criarem alternativas.

Es.Col.A do Alto da Fontinha
Espaço Colectivo Autogestionado

17h00
Viktorspadinha apresenta :
...
Biodiscografia dos...PIXIES...vamos passar em revista a música de uma das bandas que mais influênciou a música nas ùltimas 2 décadas. Do primeiro ao ultimo album.

20h00
Teoria da Conspiração com Torcato Reis

22h00
Tentáculos Alternativos com Subcarvalho e Luis Salgado.
Mais uma vez vamos pôr à prova os nossos ouvintes.
Vamos ter um programa sobre os 5 sentidos e na descoberta do 6º.
Dissecaremos os universos paralelos dos MASSIVE ATTACK e faremos uma viagem ao interior dos TOOL...sem volta!

01h00
Dj Tráscáescada...

... Rádio casaviva, uma rádio nada amiga...escuta e divulga.

para ouvir sem sobressaltos a emissão subversiva da rádio casaviva, segue os seguintes passos:
abrir... http://badmoodradio.blogspot.com/
- na coluna da esquerda, em "listen/ouvir", escolher "winamp".
- salva a playlist no ambiente de trabalho.
- abre a playlist com o VLC (se não tiveres descarrega no link abaixo de "listen/ouvir")
- se quiseres estar no chat, para falar com a rádio e outros ouvintes em directo, basta colocares o nick mal entras no blog.

APARECE, OUVE E DIVULGA...Rádio casa viva, uma rádio sem barbies...
--
CasaViva
espaço temporário*multicultural*interventivo*gratuito*sem fronteiras*
sem rosto*experimental*revoltado*de cidadania

casaviva167@gmail.com
praça marquês pombal 167 porto
http://casa-viva.blogspot.com

domingo, abril 10, 2011

Divulgação | "Ex-escola da Fontinha restituída à comunidade"

Libertar espaços, criar alternativas

Ex-escola da Fontinha restituída à comunidade

[Porto, 10 Abril 2011, 14h50] A antiga escola primária do Alto da Fontinha acaba de ser ocupada por um grupo de pessoas que pretende devolver aquele espaço público à comunidade, se não como escola, sua anterior funcionalidade, pelo menos para espaço de oficinas, leitura, convívio e lazer, mantendo o carácter para que foi projectada.
A acção surpresa arrancou em moldes festivos, ao som de ritmos de resistência, e prosseguirá ao longo desta tarde de domingo com um animado programa, com jogos, arte, oficinas, teatro, cinema… A população local, alvo a que se destina esta acção, está de momento a ser informada da iniciativa e a ser convidada a participar. Aliás, o objectivo é que o espaço venha a ser autogerido pela comunidade, com o apoio de quem promove a iniciativa.

Esta ocupação não pretende de forma alguma usurpar o imóvel, nem tão pouco vandalizá-lo, ao contrário das conotações associadas às acções de ocupação de propriedade. Pretende, sim, restituir-lhe funcionalidade e inverter o processo de destruição de que vem sendo vítima.

As instalações desta antiga escola primária, propriedade da autarquia, foram desactivadas há 5 anos e desde então abandonadas. As consequências são evidentes para quem passa do outro lado dos portões de acesso, na Rua da Fábrica Social, na Fontinha, onde o abandono e a ruína também tomaram conta de grande parte das pequenas casas de pedra do antigo bairro operário, com uma população maioritariamente envelhecida, pobre e deprimida, em contraste com a juventude de quem frequenta a Fundação em que José Rodrigues transformou recentemente uma antiga fábrica de chapéus. Na ocasião, o escultor frisou que o projecto era "para o Porto e com o Porto”

Tal como o projecto da Es.Col.A – Espaço Colectivo Autogestionado, mas em escala reduzida: “para o Bairro e com o Bairro”.

Se bem que, neste caso, a iniciativa não tenha seguido os trâmites legais previstos, é também através de legislação que o grupo que a promoveu reivindica a legitimidade da acção.  
A saber: 
Decreto-Lei n.º 280/2007 de 7 de Agosto 
Artigo 25.º 
1 — Os bens do domínio público podem ser fruídos por todos mediante condições de acesso e de uso não arbitrárias ou discriminatórias, salvo quando da sua natureza resulte o contrário.
2 — O uso comum ordinário dos imóveis do domínio público é gratuito, salvo disposição em contrário nos casos em que o aproveitamento seja divisível e proporcione vantagem especial.
 
Constituição da República Portuguesa 
Artigo 52.º  
3. É conferido a todos, pessoalmente ou através de associações de defesa dos interesses em causa, o direito de acção popular nos casos e termos previstos na lei, incluindo o direito de requerer para o lesado ou lesados a correspondente indemnização, nomeadamente para:
b) Assegurar a defesa dos bens do Estado, das regiões autónomas e das autarquias locais.  
Artigo 78.º  
1. Todos têm direito à fruição e criação cultural, bem como o dever de preservar, defender e valorizar o património cultural.
b) Apoiar as iniciativas que estimulem a criação individual e colectiva, nas suas múltiplas formas e expressões, e uma maior circulação das obras e dos bens culturais de qualidade;
c) Promover a salvaguarda e a valorização do património cultural, tornando-o elemento vivificador da identidade cultural comum; 
Artigo 85.º  
3. São apoiadas pelo Estado as experiências viáveis de autogestão.

Por outro lado, é de sublinhar a vontade política de entregar a dinamização de edifícios devolutos da cidade a associações sociais, conforme defendeu, a 17 de Janeiro último, a governadora civil do Porto em declarações à agência Lusa. Para Isabel Costa, "desta forma os proprietários podem ver os seus edifícios reabilitados e as associações podem resolver os seus problemas de falta de espaço, a custos muito reduzidos ou nulos".

Resta ainda uma interrogação: por que é que o Estado penaliza os proprietários de edifícios privados devolutos que “não asseguram qualquer função social ao seu património” (Decreto-Lei 159/2006, de 8 de Agosto) e não incentiva funções sociais ao seu património devoluto, que é de todos nós?

O grupo que organizou a festa de hoje na antiga escola primária da Fontinha reivindica a oportunidade de dinamizar o espaço em Es.Col.A – Espaço Colectivo Autogestionado, com a participação da comunidade local, durante, pelo menos, 90 dias. Um tempo de experiência correspondente ao prazo previsto por lei, após notificação, para desocupar imóvel do Estado ou de instituto público (Decreto-Lei n.º 280/2007 de 7 de Agosto, Artigo 76.º).


CARTA DISTRIBUÍDA À POPULAÇÃO DO BAIRRO DA FONTINHA

Car@s vizinh@s, 
Seguindo o exemplo das crianças, que ainda há pouco tempo saltavam estes muros para jogar à bola, juntamo-nos para tentar devolver este espaço público aos seus reais proprietários, a comunidade.  
Queremos que esta acção inspire projectos semelhantes noutros lugares abandonados, para assim conseguirmos acabar com a degradação e o estado de abandono da nossa cidade.  
Somos um grupo de pessoas que sente falta de um espaço autónomo, livre e não-comercial, onde desenvolver actividades que não sejam focadas no lucro ou viabilidade económica. Perante a inactividade e desrespeito pelo património que a câmara municipal, as autoridades competentes e os proprietários mostram, decidimos agir pelos nossos próprios meios. 
Queremos criar um centro autogestionado, aberto para diferentes iniciativas, que não sejam discriminatórias. Só o podemos fazer com a tua participação de toda a vizinhança. Queremos que este espaço seja livre de hierarquias e que as decisões sejam tomadas por tod@s os que participam. 
As actividades que se realizam hoje são um exemplo das actividades que podem vir a acontecer neste local.  
Acreditamos que, para uma cidade melhor, os espaços não devem ser emparedados mas abertos para as pessoas criarem alternativas.

Es.Col.A do Alto da Fontinha
Espaço Colectivo Autogestionado



10 Abril 2011

PROGRAMA

14h30 abertura | comida

16h00 actividades & oficinas – jogos, circo, pinturas, arte

18h30 teatro

19h30 jantar & palco aberto

20h30 cinema

_______________

Divulgação tardia mas digna de registo : )))

quinta-feira, março 31, 2011

Cartoon | "L'EUROPE résumée en 2 images!"


Clique nas imagens para ampliar



Frase do dia!

Imagem daqui
«O debate quinzenal com o Primeiro-Ministro que estava marcado para o dia das mentiras foi cancelado. Já não há respeito pela tradição».
António Filipe - Deputado do PCP

terça-feira, março 29, 2011

Alerta aos professores e amigos. O resto não me interessa nada.

Não tenciono ir à Marcha do dia 2 mas acho que poderá ser um bom ponto de encontro para professores e amigos solidários. 

A questão está bem posta neste cartaz da FENPROF e é bom que as pessoas entendam isso e deixem de reagir sistematicamente contra os professores. Esquecem-se que têm os filhos entregues a nós e que um professor não funciona a pilhas.


Imagem da FENPROF com sinalizações minhas

Solidariedade, precisa-se!

Este meu "amigo" vai ficar desempregado em breve, alguém pode arranjar um novo tacho para ele? O seu Curriculum Vitae é exemplar. Obrigado a tod@s.


Adicionar legenda
 

domingo, março 27, 2011

"Os horários dos professores - vale a pena ler e afixar à porta das escolas"

Resposta ao Caríssimo que veio aos jornais INDIGNAR-SE contra os professores.

Tal demonstra bem como os profs trabalham tanto e "nem se dá por ela".
Caro anónimo indignado com a indignação dos professores,
Homens (e as mulheres) não se medem aos palmos, medem-se, entre outras coisas, por aquilo que afirmam, isto é, por saberem ou não saberem o que dizem e do que falam.
O caro anónimo mostra-se indignado (apesar de não aceitar que os professores também se possam indignar! Dualidade de critérios deste nosso estimado anónimo... Mas passemos à frente) com o excesso de descanso dos professores: afirma que descansamos no Natal, no Carnaval, na Páscoa e no Verão, (esqueceu-se de mencionar que também descansamos aos fins-de-semana). E o nosso prezado anónimo insurge-se veementemente contra tão desmesurada dose de descanso de que os professores usufruem e de que, ao que parece, ninguém mais usufrui.
Ora vamos lá ver se o nosso atento e sagaz anónimo tem razão. Vai perdoar-me, mas, nestas coisas, só lá vamos com contas.
O horário semanal de trabalho do professor é 35 horas. Dessas trinta e cinco, 11 horas (em alguns casos até são apenas dez) são destinadas ao seu trabalho individual, que cada um gere como entende. As outras 24 horas são passadas na escola, a leccionar, a dar apoio, em reuniões, em aulas de substituição, em funções de direcção de turma, de coordenação pedagógica, etc., etc.
Bom, centremo-nos naquelas 11 horas que estão destinadas ao trabalho que é realizado pelo professor fora da escola (já que na escola não há quaisquer condições de o realizar): preparação de aulas, elaboração de testes, correcção de testes, correcção de trabalhos de casa, correcção de trabalhos individuais e/ou de grupo, investigação e formação contínua. Agora, vamos imaginar que um professor, a quem podemos passar a chamar de Simplício, tem 5 turmas, 3 níveis de ensino, e que cada turma tem 25 alunos (há casos de professores com mais turmas, mais alunos e mais níveis de ensino e há casos com menos - ficamos por uma situação média, se não se importar). Para sabermos o quanto este professor trabalha ou descansa, temos de contar as suas horas de trabalho.
Vamos lá, então, contar:

1. Preparação de aulas: considerando que tem duas vezes por semana cada uma dessas turmas e que tem três níveis diferentes de ensino, o professor Simplício precisa de preparar, no mínimo, 6 aulas por semana (estou a considerar, hipoteticamente, que as turmas do mesmo nível são exactamente iguais -- o que não acontece -- e que, por isso, quando prepara para uma turma também já está a preparar para a outra turma do mesmo nível). Vamos considerar que a preparação de cada aula demora 1 hora. Significa que, por semana, despende 6 horas para esse trabalho. Se o período tiver 14 semanas, como é o caso do 1.º período do presente ano lectivo, o professor gasta um total de 84 horas nesta tarefa.

2. Elaboração de testes: imaginemos que o prof. Simplício realiza, por período, dois testes em cada turma. Significa que tem de elaborar dez testes. Vamos imaginar que ele consegue gastar apenas 1 hora para preparar, escrever e fotocopiar o teste (estou a ser muito poupado, acredite), quer dizer que consome, num período, 10 horas neste trabalho.

3. Correcção de testes: o prof. Simplício tem, como vimos, 125 alunos, isto implica que ele corrige, por período, 250 testes. Vamos imaginar que ele consegue corrigir cada teste em 25 minutos (o que, em muitas disciplinas, seria um milagre, mas vamos admitir que sim, que é possível corrigir em tão pouco tempo), demora mais de 104 horas para conseguir corrigir todos os testes, durante um período.

4. Correcção de trabalhos de casa: consideremos que o prof. Simplício só manda realizar trabalhos para casa uma vez por semana e que corrige cada um em 10 minutos. No total são mais de 20 horas (isto é, 125 alunos x 10 minutos) por semana. Como o período tem 14 semanas, temos um resultado final de mais de 280 horas.

5. Correcção de trabalhos individuais e/ou de grupo: vamos pensar que o prof. Simplício manda realizar apenas um trabalho de grupo, por período, e que cada grupo é composto por 3 alunos; terá de corrigir cerca de 41 trabalhos. Vamos também imaginar que demora apenas 1 hora a corrigir cada um deles (os meus colegas até gargalham, ao verem estes números tão minguados), dá um total de 41 horas.

6. Investigação: consideremos que o professor dedica apenas 2 horas por semana a investigar, dá, no período, 28 horas (2h x 14 semanas).

7. Acções de formação contínua: para não atrapalhar as contas, nem vou considerar este tempo.
 Vamos, então, somar isto tudo:
84h+10h+104h+280h+41h+28h=547 horas.
Multipliquemos, agora, as 11horas semanais que o professor tem para estes trabalhos pelas 14 semanas do período: 11hx14= 154 horas.
Ora 547h-154h=393 horas. Significa isto que o professor trabalhou, no período, 393 horas a mais do que aquelas que lhe tinham sido destinadas para o efeito.
 Vamos ver, de seguida, quantos dias úteis de descanso tem o professor no Natal.
No próximo Natal, por exemplo, as aulas terminam no dia 18 de Dezembro. Os dias 19, 22 e 23 serão para realizar Conselhos de Turma, portanto, terá descanso nos seguintes dias úteis: 24, 26, 29 30 e 31 de Dezembro e dia 2 de Janeiro. Total de 6 dias úteis. Ora 6 dias vezes 7 horas de trabalho por dia dá 42 horas. Então, vamos subtrair às 393 horas a mais que o professor trabalhou as 42 horas de descanso que teve no Natal, ficam a sobrar 351 horas. Quer dizer, o professor trabalhou a mais 351 horas!! Isto em dias de trabalho, de 7 horas diárias, corresponde a 50 dias!!! O professor Simplício tem um crédito sobre o Estado de 50 dias de trabalho. Por outras palavras, o Estado tem um calote de 50 dias para com o prof. Simplício.
 Pois é, não parecia, pois não, caro anónimo? Mas é isso que o Estado deve, em média, a cada professor no final de cada período escolar.
Ora, como o Estado somos todos nós, onde se inclui, naturalmente, o nosso prezado anónimo, (pressupondo que, como nós, tem os impostos em dia) significa que o estimado anónimo, afinal, está em dívida para com o prof. Simplício. E ao contrário daquilo que o nosso simpático anónimo afirmava, os professores não descansam muito, descansam pouco!
 Veja lá os trabalhos que arranjou: sai daqui a dever dinheiro a um professor. Mas, não se incomode, pode ser que um dia se encontrem e, nessa altura, o amigo paga o que deve.
  Para que seja clarificada a situação, para que todos estejamos correctamente informados , por favor, reencaminhem para todos os amigos, conhecidos e anónimos!!!

Fonte: E-mail | Autoria: desconheço

segunda-feira, março 21, 2011

Momento de humor ou não ... ; /

A longevidade das professoras
 
[]
Não sei quem é a senhora nem o fotógrafo, recebi por e-mail

O SEGREDO...

Um médico saiu para caminhar e viu esta velhinha da foto sentada num banco a fumar um cigarrinho.
Aproximou-se e perguntou:
Nota-se que é tão feliz.....qual é o seu segredo??
Ela respondeu:
- Sou PROFESSORA, deito-me às 3 da manhã corrigindo provas e planeando actividades, levanto-me às 6 da manhã.
Aos fins de semana não pratico nenhuma actividade física, não me divirto. Trabalho fazendo projectos, corrigindo mais provas, revendo exercícios ou actualizando o meu blog!!! Todo fim de semana, sábado, domingo e se a segunda é feriado, também.
Não tomo café, não almoço e nem janto direito porque não há tempo.
O doutor então exclamou:
- Mas isso é extraordinário. Quantos anos tem a senhora??
- 39, respondeu-lhe a velhinha!

AVISO & CONVITE | 30.Março.2011, 9h30m | Audição Parlamentar sobre Avaliação de Desempenho Docente



Comissão de Educação e Ciência


30.Março.2011, 9h30m

Sala do Senado da Assembleia da República

 
 
 
_____ CONVITE_____
 

 

domingo, março 20, 2011

DIA NACIONAL DE PROTESTO E LUTA - ECOS NA COMUNICAÇÃO SOCIAL

Milhares de trabalhadores manifestam-se em Lisboa

“Só se mexe quem confia no futuro”
O secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, declarou-se este sábado agradado com os "muitos milhares de pessoas" presentes na Avenida da Liberdade no protesto da CGTP-IN, sublinhando que "só se mexe quem confia no futuro" do país.



"O povo está descontente e indignado com as injustiças, pobreza e precariedade, mas a afirmar esperança e confiança no futuro", disse Carvalho da Silva à agência Lusa enquanto descia a Avenida da Liberdade na frente da manifestação.
 
O desfile iniciou-se no Marquês de Pombal com uma salva de palmas aos participantes na iniciativa. Os milhares de manifestantes desceram a Avenida da Liberdade gritando  palavras de ordem como "O país não se endireita com políticas de direita", "Salários congelados, o futuro condenado" e "A cada dia que passa, o Governo só faz desgraça". 
 
A CGTP convocou esta manifestação nacional com o objectivo de que ela se tornasse "num dia de indignação e protesto". A manifestação foi precedida de duas pré-concentrações nas Amoreiras (para a Função Pública) e no Saldanha (sector privado)




Milhares desfilam na Avenida da Liberdade
Manifestantes aderiram ao protesto convocado pela CGTP
Por: Redacção / JF  |  19- 3- 2011  17: 16




A Avenida da Liberdade está repleta de manifestantes que aderiram ao protesto convocado pela CGTP-IN contra o desemprego, a precariedade e por aumentos salariais e das pensões.

Por volta das 17:00 quando a Praça dos Restauradores, onde termina o desfile, já estava cheia, ainda havia trabalhadores a desfilar na Avenida Fontes Pereira de Melo.

Sem que se consiga ver a cauda da manifestação, na Avenida da Liberdade o desfile vai passando ladeado por inúmeras pessoas que assistem nos passeios.

O desfile iniciou-se no Marquês de Pombal com uma salva de palmas aos participantes na iniciativa.

Os milhares de manifestantes descem a Avenida da Liberdade gritando palavras de ordem como «O país não se endireita com políticas de direita», «Salários congelados, o futuro condenado» e «A cada dia que passa, o Governo só faz desgraça».

Empunhando bandeiras coloridas dos sindicatos, os trabalhadores do setor público e privado trazem faixas alusivas aos motivos da luta.

Na frente da manifestação desfilaram o cantor Vitorino e os Homens da Luta.

A CGTP convocou esta manifestação nacional com o objetivo de que ela se tornasse «num dia de indignação e protesto».

A manifestação foi precedida de duas pré-concentrações nas Amoreiras (para a Função Pública) e no Saldanha (sector privado).
Fonte: http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/Milhares+de+trabalhadores+encheram+a+Avenida+da+Liberdade.htm


Milhares de trabalhadores encheram a Avenida da Liberdade



Muitos milhares de trabalhadores de todos os sectores e de todos os distritos encheram este sábado a praça dos Restauradores e a avenida da Liberdade, em Lisboa, comparecendo à manifestação da CGTP contra as políticas económicas e sociais do Governo.

Vídeos





Avenida da Liberdade pequena para milhares de trabalhadores em protesto A Intersindical convocou a manifestação nacional com o objetivo de que ela se tornasse num "Dia de indignação e de protesto" contra o desemprego e a precariedade, o aumento do custo de vida e as injustiças sociais e em defesa de aumentos salariais e das pensões.

O secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, criticou as políticas do Governo, considerando que as do PSD são iguais, e garantiu que existem alternativas para o desenvolvimento do país sem obrigar os trabalhadores a mais sacrifícios.

A coordenadora da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública, Ana Avoila, disse por seu turno que os funcionários públicos "estão fartos" das medidas impostas pelo Governo e vão continuar a lutar por melhores salários e pensões e pelos direitos adquiridos.

O líder do PCP, Jerónimo de Sousa, e os deputados comunistas Ilda Figueiredo, Francisco Lopes, Rita Rato e João Oliveira integraram o desfile da CGTP.

Na manifestação, estiveram ainda o líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, a deputada dos Verdes Heloisa Apolónia e o líder do MRPP, Garcia Pereira.

A ação de protesto contou com a participação do cantor Vitorino e dos "Homens da Luta", que também animaram o palco onde foram feitos os discursos finais, nos Restauradores.

Vitorino cantou, sem música, duas quadras do poema que começa "com mãos se faz a paz e faz a guerra, com mãos tudo se faz e se desfaz", o que causou um momento de emoção, levando os manifestantes a ficarem em silêncio absoluto para ouvir aquilo que o cantor considerou "adequado ao momento" que se vive.

Os "Homens da Luta" cantaram alegremente a canção de José Afonso "O que faz falta é animar a malta", acompanhados pela multidão e por Vitorino.

A manifestação começou com duas pré-concentrações: uma da função pública nas Amoreiras e outra do setor privado no Saldanha.

Os manifestantes juntaram-se depois no Marquês de Pombal para descer a Avenida da Liberdade até aos Restauradores, onde foram feitas as intervenções sindicais e aprovada uma resolução.

Este foi o segundo sábado consecutivo em que Lisboa é palco de uma grande manifestação contra o desemprego e a precariedade. A da última semana foi promovida pela chamada "geração à rasca", jovens sem emprego ou com vínculo precário.

Com Lusa


PROFESSORES CONTRATADOS E DESEMPREGADOS PRESENTES !