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Greve: sindicato denuncia “pressões” do Ministério da Educação
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A Federação dos Sindicatos da Função Pública acusou esta terça-feira o Ministério da Educação de “pressionar” os trabalhadores das escolas a não aderir à greve de sexta-feira, dia em que milhares de alunos realizam uma prova de aferição. (Fonte: Esquerda.net | Artigo | 3 Maio, 2011 - 16:39)
Decorre amanhã a terceira acção do ciclo de denúncia, protesto e exigência promovido pela FENPROF. Desta vez o tema é actualíssimo e pleno de oportunidade: a avaliação de desempenho dos professores! Esta acção tem lugar amanhã, 29 de Março (terça-feira) entre as 11 e as 15 horas, em Lisboa, frente ao Ministério da Educação.
A FENPROF e o Sindicato dos Professores da Zona Sul, que preparou a iniciativa, convida os/as Senhores/as Jornalistas e, de uma forma geral, a Comunicação Social para, às 11.30 horas, acompanharem esta iniciativa em que será:
Nesta iniciativa, ficarão claras as posições sindicais de exigência de um modelo formativo de avaliação e os princípios em que deverá assentar. Serão ainda apresentados, pelo Secretário-Geral da FENPROF, quatro esclarecimentos na sequência da suspensão do actual modelo de avaliação. Um dirigido aos docentes, sobre como agir nas escolas a partir da publicação da lei; os restantes, dirigidos, respectivamente, a Primeiro-Ministro, grupo parlamentar do PS e Ministra da Educação. Têm sido tantos os equívocos por estes criados que urgem esses esclarecimentos.
- confeccionada a “caldeirada” que deu origem ao modelo de avaliação agora suspenso;
- contestada, pelos destinatários presentes (professores e educadores), tal “cozinhado” (serão divulgadas as cerca de 200 tomadas de posição das escolas que chegaram à FENPROF. No decurso da acção, estas serão entregues no ME);
- derrubado, pelos presentes, o caldeirão desta avaliação.
Por fim: Será feita a apresentação mundial de música criada a propósito desta avaliação de desempenho, construída por uma ministra que está de saída. Isabel Alçada meteu-se numa aventura para a qual foi avisada: as escolas, quando iniciou o mandato, necessitavam de medidas que introduzissem mudanças positivas; na Escola que Isabel Alçada irá legar não se sente melhor ambiente e não se respira melhor ar! Merece “Insuficiente” pelo que não fez, pelo que não negociou e pelo que, tendo negociado, cedo desrespeitou!
Fonte: FENPROF
"Este é o despacho ( http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_ 115/Doc_5586/Anexos/ Orientacoes_Ano_Escolar_2011- 2012.pdf ) que a FENPROF recebeu do Ministério da Educação, ainda sem número atribuído. Não foi negociado, como a FENPROF tem vindo a denunciar, mas já foi assinado e aguarda publicação em Diário da República. (...)" (FENPROF)
"FENPROF contra as quotas na avaliação
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| Gatos pretos daqui |
A FENPROF, conforme se destaca do documento entregue ao Secretário de Estado Adjunto e da Educação, apresentou esta quinta-feira no Ministério da Educação, em Lisboa, três propostas:
De acordo com o governante, as quotas são para aplicar por decorrerem do SIADAP; o modelo de avaliação é para manter por ser fantástico na promoção do desenvolvimento profissional dos docentes; o projecto de despacho sobre organização do ano lectivo não é para ser negociado.
- A abolição das quotas na avaliação de desempenho dos docentes;
- A suspensão do actual modelo de avaliação;
- A negociação do projecto de despacho sobre organização do próximo ano lectivo.
Face a esta posição absolutamente fechada do Ministério da Educação, fica claro que o diálogo e a negociação são procedimentos esquecidos pela “5 de Outubro”. Assim sendo, compete aos professores avivar a memória dos governantes, o que acontecerá já no próximo dia 12 de Março quando milhares de docentes, em protesto, voltarem a encher o Campo Pequeno e, a seguir, saírem à rua!
O Secretariado Nacional
24/02/2011
Ver http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_ 115/Doc_5441/Anexos/PROPOSTA_ DA_FENPROF-_ME.pdf
"É justa a queixa que se ouve mas ainda são pouco consequentes as acções que ela desencadeia. É preciso que os professores e educadores reajam em defesa do seu horário: é também uma questão de profissionalismo. É preciso que cada vez mais docentes passem do queixume nas conversas privadas, do moer de insatisfações perante a sobrecarga semanal, para a pressão que ajude a corrigir e inverter o insano caminho de sobrecarga que foi opção política de fundo na área da Educação.
As horas dos CT de Turma Intercalares não são reuniões de carácter ocasional. Posto isto, estas integram-se na componente não lectiva de estabelecimento nos termos previstos da alínea c) do nº3 do artigo 82º do ECD.Deste modo, há dois caminhos: ou pede-se a dispensa da componente não lectiva de estabelecimento ou solicita-se o pagamento de horas extraordinárias, visto que foram prestadas para além do horário normal de trabalho.
Colegas, passemos de forma crescente, do queixume à acção, actuando para corrigir o que está mal.
Façam o levantamento das horas que passaram/passam nos CT e coloquem a minuta que está no anexo deste-email.
S. B."
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) estimou hoje que entre “sete a oito mil” docentes, a grande maioria contratados, vão abandonar o sistema de ensino, em virtude das medidas de redução da despesa do setor da Educação. [leia a notícia completa aqui (Público online)]
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| @ Abnoxio |