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segunda-feira, março 28, 2011

Uma Aventura Sinistra pelo mundo todo! Agora, é a radioactividade que chega a Portugal ...

Não fará mal? Tá bem, tá ... Há discursos que irritam solenemente ... :
"O arquipélago dos Açores é o primeiro a ser atingido pela nuvem, mas apenas em altitudes elevadas. O modelo sugere a presença dos elementos radioactivos xenon 133 e césio 137 a mais de 2000 metros de altitude. “Na pior das hipóteses, o que estará a chegar aos Açores é milhões de vezes inferior ao que se observa no Japão”, afirma o investigador Félix Rodrigues, acrescentando que não há quaisquer riscos para a saúde humana ou para os ecossistemas. (...)"



Imagem daqui

Perigo, Radioactividade

INFO | Denúncia, protesto e exigência frente ao Ministério da Educação

3ª acção (29/03/2011) 

ESTA AVALIAÇÃO VAI CAIR DE NOVO!

Decorre amanhã a terceira acção do ciclo de denúncia, protesto e exigência promovido pela FENPROF. Desta vez o tema é actualíssimo e pleno de oportunidade: a avaliação de desempenho dos professores! Esta acção tem lugar amanhã, 29 de Março (terça-feira) entre as 11 e as 15 horas, em Lisboa, frente ao Ministério da Educação.

A FENPROF e o Sindicato dos Professores da Zona Sul, que preparou a iniciativa, convida os/as Senhores/as Jornalistas e, de uma forma geral, a Comunicação Social para, às 11.30 horas, acompanharem esta iniciativa em que será:
  • confeccionada a “caldeirada” que deu origem ao modelo de avaliação agora suspenso;
  • contestada, pelos destinatários presentes (professores e educadores), tal “cozinhado” (serão divulgadas as cerca de 200 tomadas de posição das escolas que chegaram à FENPROF. No decurso da acção, estas serão entregues no ME);
  • derrubado, pelos presentes, o caldeirão desta avaliação.
Nesta iniciativa, ficarão claras as posições sindicais de exigência de um modelo formativo de avaliação e os princípios em que deverá assentar. Serão ainda apresentados, pelo Secretário-Geral da FENPROF, quatro esclarecimentos na sequência da suspensão do actual modelo de avaliação. Um dirigido aos docentes, sobre como agir nas escolas a partir da publicação da lei; os restantes, dirigidos, respectivamente, a Primeiro-Ministro, grupo parlamentar do PS e Ministra da Educação. Têm sido tantos os equívocos por estes criados que urgem esses esclarecimentos.
Por fim: Será feita a apresentação mundial de música criada a propósito desta avaliação de desempenho, construída por uma ministra que está de saída. Isabel Alçada meteu-se numa aventura para a qual foi avisada: as escolas, quando iniciou o mandato, necessitavam de medidas que introduzissem mudanças positivas; na Escola que Isabel Alçada irá legar não se sente melhor ambiente e não se respira melhor ar! Merece “Insuficiente” pelo que não fez, pelo que não negociou e pelo que, tendo negociado, cedo desrespeitou! 

Fonte: FENPROF

sábado, março 26, 2011

INFO | CENSO 2011 – Perigos vários no preenchimento

São umas corujas!!!

Sem ter a ver com a ministra ou com Sócrates ou um qualquer outro sinistro personagem com nome passo a transcrever uma 'Nota' que me parece muito importante ao ponto de me questionar sobre a minha resposta ou não resposta ao Censo 2011 (pelo menos na íntegra ...)


CENSO 2011 – Perigos vários no preenchimento

 por Grazia Tanta

DIVULGUEM !!!
Para além da questão da forma como pretendem diluir e encobrir a situação dos “recibos verde” e que tem vindo a ser amplamente divulgada, há mais manobras do poder mafioso.
Para que querem saber o nosso NOME e o das pessoas que moram conosco? É um dado estatístico? Não é! Somente é interessante saber o número de pessoas e o seu perfil socio-económico. Decerto não vão avaliar o número de Antónios, Marias ou Silvas que existem porque isso não interessa para nada.
O NÚMERO DE TELEFONE? Para quê? Estatisticamente só interessa saber se se TEM telefone! Para venderem dados às empresas telefónicas ou para as empresas que nos aparecem a oferecer serviços através do telefone?
E o ENDEREÇO de EMAIL? Para quê? Estatisticamente só interessa saber se se TEM email! Não para depois virem a utilizar para fins menos claros ou comerciais.
A mercantilização tem limites. Os Censos são peças importantes de conhecimento sobre o parque habitacional (por acaso contido nas bases de dados da DG Impostos e a que só os governos tem acesso) ou sobre a realidade socio-económica mas, NÃO PODEM SER UTILIZADOS PARA COLHEITA DE DADOS PESSOAIS, INDIVIDUALIZADOS!
Tanto assim é que o INE não divulga dados se se referirem, por exemplo, a uma ou duas empresas, para manter o sigilo sobre o que seria facilmente identificável
Caso contrário, nós iremos fornecer de borla e descuidadamente, elementos para as bases de dados da polícia, dos impostos, da CIA, dos bancos, ou, a mafia vai vender dados aos supermercados e outros que paguem para o efeito.
Recorda-se o caso recente do acordo entre o governo português (neste campo representado pelo inteligente (?) Rui Pereira) com o governo dos EUA, para o fornecimento de dados nossos
Recorda-se ainda que a Constituição Artº 41 nº 3, diz textualmente:
"Ninguém pode ser perguntado por qualquer autoridade acerca das suas convicções ou prática religiosa, salvo para recolha de dados estatísticos não individualmente identificáveis, nem ser prejudicado por se recusar a responder."
Claro está que eles podem reunir elementos das bases de dados existentes , às quais têm acesso e juntar uma porção de dados sobre nós. Mas isso é caro, nem sempre coaduna o mesmo grau de actualização, entre outras questões técnicas e, portanto, torna a coisa menos fiável do que um censo, onde toda a gente é considerada. E, no âmbito de um censo a Proteção de Dados não é metida nem achada.
NÂO PREENCHAM ESTES CAMPOS – NOMES, EMAIL, TELEFONE ou, se preferirem, ALDRABEM

DIVULGUEM ENTRE OS VOSSOS CONTACTOS.
E preciso contrariar o "Big Brother"!

domingo, janeiro 09, 2011

Apesar da acalmia há sempre algo que nos ria ...

A notícia de hoje prende-se à DREC. Porquê? Porque acabou de inaugurar obra que a deixará enaltecida pelos próximos anos:

DREC gasta 138 mil euros a tapar o sol aos carros

Em contrapartida, falta dinheiro para escola com muro que ameaça vida de jovens e não só, como todos nós sabemos. Seria interessante elaborar uma lista por aqui a baixo onde ponto por ponto se fossem descrevendo as faltas e carências das Escolas da DREC. Uma delas é reportada já aqui:

Foto Miguel Gonçalves
"Houve financiamento para o parque de estacionamento, mas teve dificuldade para arranjar dinheiro para outras obras"Não há dinheiro para arranjar o muro da Escola José Falcão, em Coimbra, que ameaça a vida de pessoas, mas há 138 mil euros para tapar o sol aos carros dos funcionários da DREC. Isto é um escândalo e anedótico", acusam professores e encarregados de educação.
Para a Associação de Pais da Escola Secundária José Falcão (AP/ESJF), de Coimbra, para professores e alunos ouvidos pelo JN e para o Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC), "investir na cobertura de um parque de estacionamento ao ar livre, quando não há dinheiro para recuperar um muro decrépito e perigosíssimo, com cinco a seis metros de altura, na confluência da Rua Henriques Seco com a Avenida D. Afonso Henriques, que está a pôr em risco as pessoas e os carros que por ali passam, é uma "provocação", um atentado à inteligência".
Luís Lobo, dirigente do SPRC, disse ao JN que "é lamentável que, ao mesmo tempo que o Governo decide cortar 5,5% dos orçamentos de funcionamento das escolas e que o parque escolar de Coimbra precisava de ter uma intervenção que, por um lado, garantisse a sua conservação e, por outro, resolvesse alguns problemas estruturais das escolas, se assista a este despesismo, apenas para garantir a conservação não de qualquer bem público, mas tão só de bens privados".
"Espante-se (se ainda alguém se espanta!) o comum dos mortais com os 138 mil euros gastos em coberturas individuais para os automóveis designadamente dos dirigentes da DREC, através de serviço contratado à Ramos Catarino - Arquitectura de Interiores e Construção, Ldª., por ajuste directo!", afirma Luís Lobo, sublinhando que "depois não há dinheiro! Pois não, a gastar-se desta maneira!".
"Quanto mais disto haverá?"
(...)
Enviámos uma carta à DREC, que ela recebeu no dia 3 de Dezembro, a solicitar intervenção urgente na recuperação do muro, que pode cair a todo o instante. Alertámos para o perigo e que terão de assumir responsabilidades caso ali morra alguém. Até hoje, a resposta foi o desprezo. Sabemos apenas que a DREC disse à Direcção da escola que não tinha dinheiro para obras".
Ana Costa diz que enquanto mãe e presidente da AP/ESJF não aceita que "proteger do Sol e da chuva os carros dos funcionários seja mais importante do que proteger a vida das pessoas que circundam a Escola José Falcão".
"Um luxo ofensivo"
O director da escola, Paulo Ferreira, recusou comentar o assunto, mas um docente daquele estabelecimento, que falou ao JN sob anonimato, classificou de "vergonhosa" esta "incoerência e incongruência da DREC". "Não sei se deva rir ou exigir que esta gente vá já para a rua, por má gestão dos dinheiros públicos", afirma, classificando a cobertura do parque automóvel da DREC de "um luxo ofensivo dos portugueses a quem o Governo exige sacrifícios".
Em resposta às críticas, a DREC diz ser "desajustada" e "desenquadrada" a associação das obras ocorridas nas suas instalações - garante a DREC que foram "realizadas em 2009", mas o certo é que a publicação do ajuste directo só aconteceu no final daquele ano - com as obras reivindicadas para a "José Falcão". Por outro lado, assegura que a reconstrução do muro daquela escola é uma "prioridade absoluta", pelo que "estão a ser desencadeados os procedimentos legais devidos".
Fonte: JN

A vermelho .... gostei : /

segunda-feira, dezembro 27, 2010

Sertã fartou-se das armadilhas do ME. Alpiarça, Ílhavo e mais de 100 autarquias continuam descontentes.

Clique para ampliar*
É uma prenda amarga aquela que o governo vai receber na noite de réveillon. A partir de 1 de Janeiro, a Câmara Municipal da Sertã rompe o contrato de transferência de competências que mantinha há um ano com o Ministério da Educação.
Foram "demasiadas decepções" para continuar a manter a cooperação, diz a vereadora com o pelouro da Educação, Cláudia André. Assinaram o protocolo, mas foram descobrindo armadilhas entre cláusulas de letra miúda e anexos acrescentados ao acordo. É o segundo caso depois de o município de Cuba ter anunciado, em Novembro, ter rompido o compromisso que tinha para gerir a rede escolar pública.
E há mais autarcas descontentes e com contratos suspensos, obrigando o ministério de Isabel Alçada a negociar caso a caso com as 111 autarquias que mantêm os protocolos de transferência de competências na área de educação. Com a Câmara da Sertã já nada há a fazer. Ministério e autarquia não se entenderam quanto ao número de funcionários necessários nas escolas ou ao valor das verbas que deviam ser transferidas para manter os edifícios escolares.
"Tivemos muitas surpresas, mas a mais surpreendente foi descobrir num anexo a transferência para a autarquia da Escola Secundária da Sertã, quando legalmente a nossa competência está circunscrita ao ensino básico", conta a vereadora social-democrata. (...)

"Foram tantas as discordâncias que a denúncia do contrato foi aprovada por unanimidade, com os votos dos vereadores socialistas e social-democratas." (Leia o artigo completo no ionline)
* Imagem dali mas com alteração do texto principal