quinta-feira, fevereiro 24, 2011

solidariedade!!! - Protesto da Geração À Rasca

Protesto da Geração À Rasca
12 de Março às 15 horas
Avenida da Liberdade – Lisboa e Praça da Batalha - Porto


O «Protesto da Geração À Rasca» surgiu de forma espontânea, no Facebook, fruto da insatisfação de um grupo de jovens que sentiram ser preciso fazer algo de modo a alertar para a deterioração das condições de trabalho e da educação em Portugal.

Este é um protesto apartidário, laico e pacífico, que pretende reforçar a democracia participativa no país, e em consonância com o espírito do Artigo 23º da Carta Universal dos Direitos Humanos:
1. Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à protecção contra o desemprego.
2. Todos têm direito, sem discriminação alguma, a salário igual por trabalho igual.
3. Quem trabalha tem direito a uma remuneração equitativa e satisfatória, que lhe permita e à sua família uma existência conforme a dignidade humana, e completada, se possível, por todos os outros meios de protecção social.
(…)
Por isso, protestamos:
-Pelo direito ao emprego.
-Pelo direito à educação.
-Pela melhoria das condições de trabalho e o fim da precariedade.
-Pelo reconhecimento das qualificações, competências e experiência, espelhado em salários e contratos dignos.
Porque não queremos ser todos obrigados a emigrar, arrastando o país para uma maior crise económica e social.


No dia 12 de Março, pelas 15 horas, convidamo-lo a estar presente na Avenida da Liberdade em Lisboa ou na Praça da Batalha no Porto, no Protesto da Geração à Rasca cujo manifesto abaixo citamos.


João Labrincha
Paula Gil
Alexandre de Sousa Carvalho
António Frazão

Experimentem ...

colocar 'Isabel Alçada' nos vossos alerta GOOGLE. Acreditem que há assunto todos os dias ....

http://www.google.pt/alerts?hl=pt-PT&gl=pt

Traição? Capitulação? Quem sofre não são os 'acordantes ....'


Ministério da Educação e a Associação do Ensino Particular chegaram a noite passada a um acordo nas regras de financiamento para os próximos cinco anos. O documento assinado pelas partes prevê uma redução gradual do número turmas abrangidas por estes contratos. Das 214 turmas atualmente financiadas pelo Ministério, metade vai deixar de o ser no próximo ano letivo. No futuro, as escolas com dificuldades poderão recorrer ao Ministério.

Fonte: RTP

Copy Paste | Menos 439 euros por aluno no próximo ano

dispensa comentários ... cortes salariais, depois dos congelamentos, menos isto, menos aquilo e agora menos :

altO Governo estima gastar a partir do próximo ano lectivo 3.296 euros por cada aluno nas escolas públicas, enquanto atualmente este valor ronda os 3.735 euros, revelou hoje a ministra da Educação, Isabel Alçada.
Durante uma audição na Comissão de Educação e Ciência na Assembleia da República, a ministra revelou que, segundo dados do Gabinete de Gestão Financeira do Ministério da Educação (ME), o custo médio por aluno em 2010/2011 é de 3.735, ou seja, 85.513 por turma.
Quanto ao próximo ano letivo, 2011/2012, a ministra apontou um custo de 3.296 euros por aluno do ensino público, o que corresponde a 75.457 euros por cada turma.
O Ministério da Educação definiu recentemente uma verba de 80.080 euros por cada turma financiada ao abrigo dos contratos de associação das escolas particulares, uma verba em quase dez mil euros inferior ao valor reclamado pela Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP).
Estes valores foram apresentados por Isabel Alçada para justificar a redução de financiamento das escolas privadas, que recebiam até agora, em média, cerca de 114 mil euros por turma. «Algumas escolas eram financiadas com 80 mil euros por turma e outras a 150 mil euros por turma. É uma discrepância muito grande. Tem de haver justiça relativa e equidade», defendeu a governante..

fonte: Pais & Filhos

Aproveitar alguma iniciativa .... mas ... sempre atentos, não vá a coisa virar ...

FENPROF, SPLIU, SEPLEU, SINDEP/FENEI, ASPL, PRÓ-ORDEM, SINAPE, SIPPEB e SIPE convocam os professores e educadores para uma greve a todo o serviço docente extraordinário, no período compreendido entre as zero horas de 1 de Março e as vinte e quatro horas de 30 de Junho de 2011, apresentando, nesse sentido, Pré-Aviso junto das entidades competentes, já na próxima segunda-feira, dia 21 de Fevereiro.

Lisboa, 21 de Fevereiro de 2011
As Organizações Subscritoras


Fonte: FENPROF

Déjà vu ....

"FENPROF contra as quotas na avaliação

Gatos pretos daqui

A FENPROF, conforme se destaca do documento entregue ao Secretário de Estado Adjunto e da Educação, apresentou esta quinta-feira no Ministério da Educação, em Lisboa, três propostas:
  • A abolição das quotas na avaliação de desempenho dos docentes;
  • A suspensão do actual modelo de avaliação;
  • A negociação do projecto de despacho sobre organização do próximo ano lectivo.
De acordo com o governante, as quotas são para aplicar por decorrerem do SIADAP; o modelo de avaliação é para manter por ser fantástico na promoção do desenvolvimento profissional dos docentes; o projecto de despacho sobre organização do ano lectivo não é para ser negociado.
Face a esta posição absolutamente fechada do Ministério da Educação, fica claro que o diálogo e a negociação são procedimentos esquecidos pela “5 de Outubro”. Assim sendo, compete aos professores avivar a memória dos governantes, o que acontecerá já no próximo dia 12 de Março quando milhares de docentes, em protesto, voltarem a encher o Campo Pequeno e, a seguir, saírem à rua!
O Secretariado Nacional
24/02/2011

 
Ver http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_5441/Anexos/PROPOSTA_DA_FENPROF-_ME.pdf
 
 
Fonte: FENPROF"

Assim se avalia em Portugal ... lembra Radiohead ...

"um professor que tenha Excelente vai ter mais 3 valores na graduação, um que tenha Muito Bom terá mais 2 valores e os restantes"


Bom, Regular e Insuficiente não terão qualquer bonificação.
Inacreditável! Tanto faz ter tido Bom como Insuficiente como regular levam todos zero.
Como é que é possível que os professores que não foram avaliados sejam penalizados por tal lei? Um professor tem culpa de ter partido uma perna e ter ficado doente e não ter sido avaliado? Ou esteja destacado noutras funções ligadas ao ensino? Uma professora tem culpa de ter tido uma gravidez de risco e ter estado todo o ano em casa?"
Para terem acesso ao projecto de alteração dos concursos cliquem no
link abaixo indicado e leiam com atenção o artigo 14:

http://www.spgl.pt/cache/bin/XPQ3jTwXX4461eV28FetSMaZKU.pdf